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sábado, 3 de dezembro de 2016

Presos suspeitos de matar detento no LEM, durante rebelião, são transferidos

Os seis detentos suspeitos de envolvimento na morte de um preso durante rebelião na delegacia de Luís Eduardo Magalhães, foram transferidos na tarde desta sexta-feira (2). A informação foi divulgada pelo delegado Rivaldo Luz, titular da 11ª Coordenaria de Polícia Civil do Interior (Coorpin/de Barreiras).

Divugação
A rebelião, pela manhã, foi motivada pela suspensão das visitas devido à paralisação de 24h de policiais civis do estado. Conforme o delegado, os detentos transferidos são da mesma ala onde estava o preso morto e, por isso, são suspeitos de envolvimento no homicídio. Eles foram levados para o Complexo Policial de Barreiras.

"Eles são suspeitos de participar de crime e foram levados para Barreiras onde vão permanecer até que a investigação sobre o caso seja concluída", destacou o delegado. 

Os presos transferidos não tiveram nomes divulgados, mas, conforme o delegado, já respondem por crimes como assaltos, tráfico de drogas e homicídios. 

O detento morto foi identificado como Adenildo Pereira Santiago, 18, que era natural de da cidade baiana de Canápolis. Segundo a polícia, ele estava preso desde setembro por suspeita de tráfico de drogas, corrupção de menores e falsidade ideológica. A motivação do assassinato de Adenildo durante o motim ainda não foi esclarecida pela polícia. 

Segundo informações do delegado Leonardo Mendes, um detento de 18 anos foi morto pelos próprios presos. Ainda de acordo com a polícia, a confusão começou por volta das 11h30, quando os presos se revoltaram porque as visitas não estavam acontecendo devido à paralisação de policiais civis nesta sexta-feira. 

Até por volta das 12h45 (horário da Bahia), a Avenida Salvador, no centro de Luís Eduardo Magalhães, onde funciona a delegacia, permanecia interditada e com a presença de várias viaturas policiais. Vários familiares de presos acompanham a situação do lado de fora da delegacia. A carceragem da delegacia de Luís Eduardo Magalhães tem capacidade para 12 detentos, mas abrigava mais de 80 durante a rebelião.

Fonte G1

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