"O dinheiro usado para o pagamento do casamento de Danielle Cunha era proveniente de crimes contra a administração pública praticados pelo seu pai", diz a força-tarefa da Lava Jato. O sigilo fiscal de Cunha foi quebrado pela Receita Federal, à pedido da investigação.
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| Foto: Reprodução e Agência Brasil |
O hotel informou que recebeu de Danielle R$ 35,7 mil em 4 de abril de 2011, R$ 100 mil em 6 de junho de 2011 e R$ 131,684 mil em 17 de junho de 2011. Declarou ainda que as notas fiscais foram emitidas, a pedido da noiva, em nome da C3 Produções Artísticas e Jornalísticas, empresa de Claudia Cruz, esposa de Cunha e madrasta de Danielle.
Segundo a Época, uma nota de R$ 266.205,90 foi emitida pelos serviços da C3 Produções e outra nota, de R$ 1.178,10, em favor de Danielle Cunha. "Todos prestadores de serviços, salvo o decorador Daniel Cruz (que afirmou que recebeu por transferências bancárias da C3) afirmaram que receberam seus pagamentos por intermédio de depósito bancário em dinheiro", diz ainda o documento da Procuradoria.
Análise feita com a Receita Federal não identificou saques nas contas de Danielle para fazer os pagamentos. A maioria dos valores foi paga em dinheiro, sem identificação do depositante. "Embora a questão ainda mereça maior aprofundamento, resta claro que o dinheiro usado para o pagamento do casamento de Danielle Dytz da Cunha era proveniente de crimes contra a administração pública praticados pelo seu pai, o ex-deputado federal Eduardo Cunha", conclui o MPF.
Com informações: Correio 24Horas


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